Senado afasta Dilma. Mas com esse Temer não dá. Eleições Já!
A encostada perdeu votação por 55 a 22. O interino já assumiu
Dilma, afastada da Presidência pelo Senado até seu julgamento por crimes de responsabilidade contra o país, se despediu ao seu modo: mentindo e chamando a Câmara, o Senado, o STF e o povo de “golpistas”. Disse que queriam impedi-la de executar “o programa escolhido pelos votos majoritários de 54 milhões”, em suma, exatamente o programa que ela traiu, estelionato eleitoral que a levou a ser enxotada do Planalto. Enquanto isso, Temer instalava um governo em que até ele é suspeito de receber propinas, para fazer a mesma coisa que Dilma.  
Seis motivos para as “Eleições Gerais Já!”
PAULO RAMOS (*)
Por que “Eleições Gerais Já!” é a melhor saída para crise.1) Porque não fecha os olhos para realidade: o governo não consegue mais governar, não consegue sequer dar posse aos seus novos ministros.
2) Porque reconhece que houve um estelionato eleitoral. Dilma disse na campanha que não iria fazer o ajuste fiscal e fez. Por isso, se é verdade que o povo elegeu Dilma, também é verdade que, agora, o povo não está satisfeito e deseja mudar.
3) Porque toda a cadeia sucessória da presidência está envolvida na Lava Jato: Temer, Cunha e Renan e, nenhum deles tem condição de restabelecer a confiança da população.
4) Porque só o impeachment não resolve. Temer é a outra face da mesma moeda, fez parte do primeiro mandato de Dilma sem nada falar e teve uma participação ativa no processo de reeleição de Dilma. Está envolvido até o pescoço com esse modelo perverso de juros alto, desemprego, privatizações e corte dos benefícios sociais.
5) Porque substituir Dilma por Temer é o mesmo que trocar seis por meia dúzia, não resolve a grave crise. Além disso, o Congresso que aí está não tem moral e nem isenção para conduzir o processo de impeachment. Nem o povo aceitará o acordão do PMDB com o PSDB. Se Temer assumir a presidência, a crise continuará e o seu governo também será derrubado.
6) Porque toda saída popular, democrática e constitucional deve passar pelo povo, de quem, em última instância, emana todo o poder. Portanto, o povo deve ser chamado a participar da solução da crise. Eleições gerais já!
*Paulo Ramos é empresário e dirigente da Executiva Nacional do Partido Pátria Livre (PPL)
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Partidos na ABI concluem: o caminho é chamar o povo às urnas e resolver a crise
O auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com sede no centro do Rio de Janeiro, ficou lotado na noite da segunda-feira (21), no ato em defesa da convocação de novas eleições como único caminho para a superação da grave crise vivida pelo país atualmente. "Queremos ancorar a solução da crise no que há de mais legítimo na democracia, que é o sufrágio universal, a soberania popular", defendeu o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
"A crise só se resolve chamando o povo para decidir", acrescentou o senador. Ele lembrou que "há o caminho da cassação da chapa pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e há também a revogação popular que já tem até uma emenda constitucional neste sentido". "A saída da crise, sem traumas, é o vice-presidente convocar eleições em 60 dias em caso de vacância", afirmou o senador.
Participaram do ato, o vereador Jefferson Moura (Rede-RJ), o presidente do PPL-RJ, Irapuan Ramos, o ex-deputado Wladimir Palmeira (PSB-RJ), o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), o prefeito de Petrópolis e presidente interino do PSB-RJ, Jayme Bontempo (PSB), o senador Randolfe Rodrigues, a ex-senadora e vereadora de Maceió, Heloísa Helena, da Rede, o sociólogo Luiz Eduardo Soares e o professor Cândido Mendes. Cerca de duzentas pessoas participaram da manifestação em defesa de novas eleições.
O ex-deputado Wladimir Palmeira (PSB) também defendeu a iniciativa de convocação imediata de eleições para superar a grave crise que abala o país e disse que "os votos de Dilma Rouseff foram deslegitimados, pois nas eleições ela falou que não tinha crise e não precisava de ajuste fiscal". "Ela não teve coragem de fazer esse enfrentamento", "o atual Congresso não tem autoridade moral para conduzir o processo de impeachment".
Irapuan Ramos afirmou que o que está provocando a crise política e a queda do governo Dilma, é "a adesão por parte do governo à política neoliberal impostas ao país pelas potências econômicas". "A manutenção dos maiores juros do mundo, o desvio de R$ 501 bilhões do orçamento para alimentar a especulação financeira e a entrega de nosso patrimônio pelo governo afundaram a economia do país e provocaram uma brutal recessão", Ele alertou que o impeachment levaria Temer ao poder, o que significaria trocar seis por meia dúzia.  A única saída para a crise "é a convocação de eleições gerais já".
Já o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), ex-governador de Brasília, avaliou os vários caminhos que podem ser trilhados para afastar a presidente, diante da atual crise. Depois de analisar com detalhes todas as alternativas, ele concluiu . "A convocação de eleições gerais resolveria tudo", disse o senador.
A ex-senadora Heloísa Helena (Rede-AL) disse que "há caminhos dentro da legalidade que podem levar às eleições diretas ainda esse ano". "É um argumento fraudulento, demagógico e repugnante dizer que existe golpe de um lado ou de outro. O que esperamos é entregar ao povo brasileiro a possibilidade de discutir e decidir o seu destino", afirmou a senadora. 
Os participantes do ato saíram convencidos de que a população brasileira deve ser convocada a se posicionar imediatamente diante da atual situação. Por isso, diversos outros atos como este, serão realizados por todo o Brasil nas próximas semanas  - JORNAL HORA DO POVO SP




Dia Internacional da Mulher



    É celebrado a 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.
      A idéia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.Este fato levou à uma versão distorcida dos fatos, misturando este evento com o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas.
      Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
      No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial. Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopim para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora".
      O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia). No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.
      Ideologias e origens à parte, o importante é que o 8 de março simboliza um dia de conscientização e reflexão. Talvez chegue o dia que não seja necessário uma data para comemorar o dia das mulheres e sim que em todo o ano elas sejam reconhecidas, respeitadas e homenageadas!




1 milhão de alunos migram de escolas privadas para públicas

 A retração econômica causada pelo governo Dilma fez com que mais de 1 milhão de estudantes migrassem das escolas particulares do país para a rede pública desde 2015. Segundo a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a rede privada perdeu 12% dos mais de 9 milhões de alunos que tinha em 2014, segundo o censo escolar.
Para Roberto Geraldo Dornas, presidente da Confenen, apesar de já terem sentido os efeitos da crise no ano passado, as famílias ainda optam por efetuar cortes em outras despesas no orçamento doméstico antes de decidirem pela troca de escola. “Quem coloca o filho na particular vê esse gasto como prioridade, um investimento. Por isso, tirar o filho da escola é a última alternativa”.
Foi o que aconteceu com a professora Pérola do Amaral, de 41 anos, que estava com dificuldade para pagar a mensalidade das duas filhas, de 7 e 11 anos de idade, desde o segundo semestre do ano passado. Em janeiro, o marido perdeu o emprego e a família soube de imediato o que era preciso fazer: transferir as meninas para a rede pública de ensino. “A gente gastava mais de R$ 1 mil por mês de mensalidade e ainda tinha despesa com material, uniforme, transporte e alimentação. No ano passado fizemos de tudo para mantê-las na escola, mas não deu para segurar”, disse a mãe. O marido conseguiu um novo emprego, mas com salário menor, por isso, voltar as meninas para rede privada ainda não é uma opção.
Segundo Dornas, no ano passado, a Confenen chegou a estimar que a rede privada poderia perder até 20% dos alunos, mas, segundo ele, as empresas fizeram um esforço adicional para negociar alternativas com as famílias. “As escolas sabiam que seria um ano difícil. A inflação está muito alta, houve aumento de luz, água, internet e seria impossível não repassar para as mensalidades”. 
FECHAMENTO DE SALAS 
O número de estudantes aumentou inclusive em São Paulo, onde o governo estadual argumentou uma sobra de vagas para fazer a sua “reorganização escolar”, que previa o fechamento de 193 escolas em todo o estado. Um levantamento da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo apontou que, apenas no ano passado, as redes estadual e municipal receberam 200 mil alunos que vieram das escolas particulares.
Outro levantamento, do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), divulgado no último dia 25, revela que o número de salas de aulas que foram fechadas, apenas neste ano de 2016, na rede pública de todo o estado, chegou a 1.363. O que vem sendo chamado de “reorganização disfarçada” por professores e 
Porque o sionismo é uma forma de racismo

GUSTAVO GINDRE

“Por sugestão do doutor Laudauer, eu fui à Viena em 08-11 para encontrar o professor Hans Gunther, fundador da teoria da raça nacional-socialista. A conversa durou duas horas. Gunther foi muito amistoso. Declarou não ter direito de autor sobre o conceito de arianismo e concordou comigo sobre o fato de os judeus não serem inferiores, mas diferentes, e que era preciso resolver o problema com decência.” (RUPPIN, Arthur**. Diário pessoal. 1933)Grosso modo podemos dizer que existem dois tipos de nacionalismos: o cívico e o étnico. Brasil, Estados Unidos e Itália, por exemplo, são nacionalismos cívicos, que independem da origem étnica de seus cidadãos. Já os nacionalismos eslavos, turco e chinês (han) têm forte componente étnico. Mas, mesmos tais nacionalismos, com aderrocada do nazismo, se viram obrigados a abrandar seu discurso étnico, mesclando-o com aspectos típicos dos nacionalismos cívicos.Curiosamente, um dos únicos nacionalismos étnicos que não abrandou seu discurso, mas, pelo contrário, acentuou suas características raciais, foi o judaísmo sionista (cuja origem está profundamente relacionada ao germanismo do século XIX). Ora, a pretensão racial do judaísmo é não apenas recente como uma fraude (como a rigor qualquer pretensão à identidade racial de um povo).Até a primeira metade do século XIX, a identidade judaica estava basicamente relacionada a uma crença religiosa e a cultura construída no entorno desta crença. No campo das relações sociais, um judeu alemão teria muito mais pontos de identidade com um alemão protestante do que com um judeu marroquino, por exemplo. Mas, o crescente racismo dos nacionalismos europeus empurrou os judeus a criarem seu próprio nacioanalismo étnico, que, como todos os demais, está alicerçado na fraude de um mito de origem.A simples análise dos fenótipos ashkenazi e sephardi ajuda não apenas a desmitificar a idéia de que todos possuem a mesma origem racial como, pelo contrário, aproxima-os de seus lugares de origem. Porque ou aceitamos a hipótese de que judeus possuem um incrível poder mimético ou é óbvio que o fenótipo dos ashkenazi é bem mais parecido com o dos povos do centro e leste europeu do que com os judeus sephardi (que, por sua vez, têm fenótipo típico de berberes e dos povos do entorno da Mediterrâneo).(Aqui vale lembrar que há, inclusive, uma forte hierarquia racial não explícita que divide ashkenazi de sephardi como se pode ver, por exemplo, nessa matéria do Haaretz.)Ao contrário do que defende o mito, não teria havido uma diáspora de todo o povo judeu, o que faz acreditar que muitos dos atuais palestinos sejam descendentes de antigos hebreus. Mas, principalmente, boa parte dos atuais judeus é descendente de fortes movimentos de conversão, que o mito de origem busca esconder. Sobre isso, vale a pena ler o que nos escreve o professor da Universidade de Tel-Aviv, Shlomo Sand (veja aqui uma resenha do primeiro de seus três livros sobre o tema).O problema é que questionar a identidade racial do povo judeu termina por questionar o direito de retorno. Ora, se um judeu polonês não é descendente dos hebreus, que direito ele teria de reivindicar terras na Palestina? Sem o componente racial, simplesmente não haveria Israel, mas um estado como outro qualquer, formado pelas pessoas que nascem naquele local. (Não é o objetivo desse texto, mas, mesmo que houvesse uma identidade racial entre os atuais judeus e os antigos hebreus, é uma loucura que alguém reivindique o direito a terras ocupadas por seus antepassados há quase dois mil anos. Se aplicada a todos os povos, mudaria completamente a geopolítica do planeta.)Esse componente racista está na origem da diferenciação fática (mas, também em vários casos, de base legal) que o Estado de Israel promove entre judeus e não judeus, impedindo a constituição de uma democracia de verdade.É também essa concepção racista que causa a confusão entre o boicote ao Estado de Israel e um suposto boicote a judeus, que são coisas totalmente diferentes.Portanto, é uma das tragédias de nosso tempo que a resposta ao racismo anti-semita tenha sido o racismo sionista e que ambos compartilhem o mito de uma identidade racial do povo judeu, como demonstra a concordância entre Hans Gunther e Arthur Ruppin.*O autor do artigo é jornalista e edita o Blog do Gindre, onde o artigo foi originalmente publicado**Arthur Rupin dirigiu o fundo Palestine Land Development Comapany, através do qual os sionistas carrearam dinheiro da burguesia judaica europeia - incluindo o Barão Rotshild - para aquisição de terras na Palestina. Rupin comandou operações de compra usadas para ocupar com imigração judaica estimulada os Vales de Jezreel, Huleh, areas do Monte Carmelo (onde vive a classe alta judaica de Haifa) e em Jaffa que se tornaria TelAviv. Essas aquisições levaram às primeiras expulsões em massa de camponeses palestinos e consequentemente aos primeiros levantes contra a tomada da Palestina pelos sionistas
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Charlie Hebdo expele seu racismo e covardia contra o garoto sírio Aylan





O pai do pequeno Aylan, o menino de três anos que morreu afogado na travessia do mar Egeu entre a Turquia e a Grécia e se tornou símbolo da tragédia dos refugiados sírios, chamou de “imoral e desumana” a charge da publicação racista francesa Charlie Hebdo, assinada pelo próprio editor Riss, que mostra um homem correndo atrás de uma mulher sob o seguinte título: “imigrantes: no que teria se transformado o pequeno Aylan se tivesse crescido?” e responde: “apalpador de bundas na Alemanha”.
Abdullah Kurdi disse em conversa por telefone com a AFP que “chorou quando viu a charge”. No naufrágio, além do pequeno Aylan morreu sua mãe e um irmão do menino; a família havia fugido de Kobani, cidade destruída pelos ataques dos terroristas do Estado Islâmico. Ele classificou a aberração estampada pelo Hebdo de “tão má quanto as ações dos criminosos de guerra e terroristas” que causaram mortes e ondas de refugiados em fuga da Síria.
A covardia, racismo explícito e crueldade dos ‘chargistas’ da Charlie Hebdo causaram indignação no mundo inteiro, e estão fazendo cair a máscara desse tipo de gente, que acha que pode desrespeitar quaisquer sentimentos, crenças e dignidade alheias. E que haviam, quando explodira há um ano atrás, em Paris, sobre eles o próprio ódio que disseminavam, buscado capitalizar a natural repulsa a atentados sangrentos.
O pequeno Aylan se tornou seu alvo porque foi a morte absurda dele que virou a favor dos refugiados a opinião pública europeia, que até então se mantinham inerte diante da tragédia vivida por milhões de sírios, e que só ocorria graças ao apoio, treinamento, armas e dinheiro de Washington, Londres, Paris e Riad.
Como se sabe, no Ano Novo na cidade de Colônia mulheres sofreram vexames em que os suspeitos seriam refugiados sírios, não se sabendo se foi realmente uma incursão de alguns desajustados diante da realidade europeia ou meramente uma operação de provocação organizada por algum serviço secreto estrangeiro.
Querem fazer do incidente do Ano Novo a fagulha que acenderá pogroms contra os refugiados sírios. O destaque dado por Riss à ‘charge’ – metade de uma página dupla – é revelador dos objetivos daqueles que estão extremamente insatisfeitos com a presença dos refugiados na Europa e que consideram essa questão uma carta na manga em relação aos acordos em curso sobre o futuro da Síria.
O chargista jordaniano Osama Hajjaj deu uma resposta ao Hebdo, que foi repercutida pela rainha da Jordânia. A lado do pequeno afogado, uma menino mais velho usando uma mochila escolar e depois, um médico. Publicada em árabe, inglês e francês, a charge tem a mesma pergunta inicial do Hebdo: “No que teria se transformado o pequeno Aylan se tivesse crescido?” E a resposta: “Aylan poderia ter sido médico, professor ou pai carinhoso”.       A.P.